quarta-feira, 12 de maio de 2010

O Esquilo

Animal defendido no Canada, o esquilo tem um olhar muito vivo asssim como o condão de ter uma cauda muito prática e vistosa. A cauda tem a capacidade de defender as costas do frio até à cabeça. Virando a cauda ao vento, indicam-nos de que lado ele está sem termos necessidade de sair de casa.



De inverno vão-nos fazendo umas visitas todos os dias pois os bocados maiores de alimentação que vão encontrando nas outras estações do ano, escondem-nos para no inverno se servirem.

Aqui fica uma parte da azáfama diária destes simpáticos companheiros.

Partidas e chegadas: o vai e vem do dia a dia.


Excelentes trepadores, mesmo no ferro e nas paredes.


Iniciada a procura no frigorífico.


Olá, bom dia.


O reconhecimento continua.


Os vasos são fácilmente localizáveis de qualquer lado do exterior e por isso, muito concorridos para esconderem as suas iguarias para o inverno. O que vale é que as flôres não se queixam.


A partida.


Então, até à volta.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Jardins privados



Na Primavera as flôres são lindas; até as árvores dos jardins sobressaiem. Zona de casas geminadas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Républica das Bananas

Há muitos anos que tenho ouvido falar na "Républica das Bananas", a que sempre atribuí uma situação social de corrupção. O que não estava à espera, era de encontrar a embaixada... da verdadeira "Républica das Bananas", em Montreal.
Para provar tão grande descoberta, aqui fica uma fotografia para que ninguém tenha dúvidas.



domingo, 9 de maio de 2010

Jardins privados

Desfile Olímpico Tomo III

Foi depois desta estupenda Da. Elvira, com o condutor e companheira vestidos à época passada, que os atletas começaram a desfilar. Atrás o Presidente da Cãmara, Gérald Tremblay, tendo a seu lado a terceira classificada em patinagem artística Joannie Rochette e o campeão Olímpico Alexandre Bilodeau, ambos naturais do Quebec. De notar que embora tenha havido mais duas Olimpíadas em território canadiano, foi Alexandre Bilodeau o primeiro atleta a ganhar uma medalha Olímpica de ouro em solo canadiano. Desta vez bateram o recorde do mundo dos canadianos e Olímpico, em número de medalhas de ouro em jogos de inverno.



Alegria não faltou.


Duas medalhas ao peito de uma miúda que além de ser muito sentimental, é uma autêntica bola de energia.









Patindora de velocidade. Patins deste tipo são utilizados nas pistas e bandas para ciclistas. Por vezes também andam nas ruas. Mantêm velocidades de vinte kilómetros e mesmo mais.



Este ursinho muito brincalhão, é um dos símbolos do Canada. Cada vez que saltava, as rodas da frente levantavam. O problema é que o condutor não parecia muito habituado.


Este polícia é de uma simpatia a toda a prova. Vinha tão satisfeito que ao passar por nós dizia adeus com a mão direita e nós até nos afastávamos. Ao mesmo tempo ia sempre apresentanto o seu nome, o que nunca mais me esqueceu: "Merci gang. Thank you guys".


Mais campeões e campeãs.


Também disse adeus à France St-Louis.


Estes nunca faltam.


Mais Olímpicos.




Cheerleaders no Quebec, são pessoas que abraçam este tipo artístico pelos mais diversos motivos. Algumas mesmo só para manterem a condição física. Não seria a primeira diplomada a fazer parte de uma trupe destas pois mexem-se imenso e ainda dão uns passeios com muita alegria.


Uma das várias bandas que estiveram presentes. Pode-se ver um polícia em bicicleta. As patrulhas da polícia em bicicleta foram criadas derivado ao desenvolvimento do ciclismo em Montreal. São polícias muito abertos nos contactos com o público.


Mais medalhados e medalhadas.


Toda gente jogou à bola.

Ai..., afinal também têm ginástica.

Medalhas não faltaram neste dia.


Portadores da chama Olímpicas.

Campeão Olimpico.

Medalhados de ouro. Pode-se ver os alunos da escola da polícia.


Como se pode ver neste Indio, a pele é branca. Em tempos passados pintavam-se com côres vermelhas garridas e por isso lhes chamavam "Peles vermelhas".

No fim houve a apresentação ao público dos atletas, seguido de um excelente expectáculo a cargo de Gregory Charles.


Se ainda não encontrou a Républica das Bananas que era visível em algumas fotografias deste artigo, veja o próximo artigo do AAAqui.

Bonne Fête des Mères


sábado, 8 de maio de 2010

Bixi

Bixi, nome composto das letras bi e ci das palavras bicicleta e taxi. Com as suas cinco mil bicicletas para alugar vinte quatro horas por dia pertencentes à cãmara, distribuídas por quatrocentas estações dispersas pela cidade, é hoje parte integrante do ambiente de Montreal. O utilizador pode possuir o equivalente a um passe anual, mensal, ou bastando uma carte de crédito que funciona práticamente como nas diferentes máquinas bancárias. Estas estações de bicicleta encontram-se um pouco por todo o lado mas principalmente em frente de grandes companhias, colégios e universidades, não esquecendo todas as saídas e entradas do metro. Se a maioria dos utilizadores se servem da bicicleta para a sua manutenção física, os restantes usam-na na deslocação para o trabalho e estudos. Assim, de vez em quando vai-se vendo um ciclista de fato e gravata a caminho do serviço, mala de mão ou computador na cesta à frente do guiador.

Estação para bicicletas mesmo ao lado de uma banda para ciclistas.


Bicicleta bixi.


Marketing.



Estando este sistema conectado por internete, é possível saber a todo o momento o número de bicicletas, lugares disponíveis e aonde fica estação de bicicletas desejada.

Se técnicamente nos dois primeiros anos o aluguer não paga as despesas directas à cãmara de Montreal, não haja dúvida que a utilização da bicicleta, patins, pranchas de rodas, levam a uma diminuição importante da utilização do sistema de saúde e todos os custo que lhe são ligados, principalmente hospitais segundo os especialistas pois é um excelente meio de manutenção física. Por outro lado, origina uma diminuição importante da importanção de combustíveis, de veículos motorizados e seus sobresselentes de todos os tipos. Também diminui a detrioração dos pavimentos das ruas. A isto tudo, pode-se juntar uma diminuição de passageiros nos transportes públicos dando assim lugar a outros e uma diminuição real da poluição nas suas mais diversas aparências como, gazes, poeiras, barulhos dos motores, travões a chiarem, carros a apitarem, etc. Sobre a utilização dos meios ao dispor das pessoas, voltarei brevemente com outro artigo pois vejo nesta forma imensos lucros de toda a ordem, especialmente na nossa saúde.

Tudo leva a crer que Lisboa vai seguir este caminho pois vi na internete uma referência ao ciclismo e outra respeitante ao sistema de exploração do aluguer da bicletas. Se bem que nem todos estejam de acordo com o método pois parece que a forma de exploração ainda não está decidida, o resto é só uma questão de tempo. Faço votos que seja para breve.

Para mais informações ver as páginas web:

http://www.cm-lisboa.pt/?idc=415&idi=52242

http://www.esquerda.net/content/view/9755/67/

Jardins privados

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Esquecimentos

Este ciclista, deve-se ter esquecido de tirar os sacos da bicicleta ontem à noite pois esta fotografia foi tirada pelas sete horas da manhã e não apareceu nenhuma pessoa. Ninguém rouba pequenas coisas. Como muita gente faz, o próprio carro ficou no "drive-way". Bicicleta muito simples, boa para quem anda de verão e de inverno.

Verídica

Estava a conversar, quando apareceu uma dúvida como se escrevia uma palavra começada pela letra M. Como outra pessoa começasse a abrir o dicionário, na brincadeira disse:

Eu: - Olha que é a letra M.
Resposta: - Sei muito bem que é a letra M.
Eu: - É depois do L.
Resposta um pouco já enervada: - Sei muito bem que é depois do L, ou pensas que eu não conheço o "analfabeto"?

Desatámos todos a rir ao mesmo tempo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Cá também há!!!!!

O janota.










O que é que ele está a ver...



Este bébé é mesmo giro.

Tudo fiz para que olhasse para a máquina mas... não forcei pois ... poderia ficar psicológicamente afectado.

terça-feira, 4 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Grafitismo em Montreal

O grafitismo inicialmente usado no último século como protesto de toda a ordem, foi sempre considerado na nossa época como o parente pobre do desenho e da pintura. É a exposição contínua, anárquica e ilegal, o aparecimento dos marcadores e do spray, as formas expressivas e plenas de contrastes de côres, que leva as autoridades a um beco sem saída e assim*, começaram a criar meios para que estes neo-artistas, pois assim não eram considerados, se expressem livremente. Começaram por querer restringí-los a muros devidamente designados para tal fim, o que lhes deu uma maior expansão visual nos meios urbanos que levaram a uma aceitação pelo público, quando tal se apresentava dentro do campo da arte. Foram as cidades brasileiras que mais cedo se aperceberam deste fenómeno e começaram a dar-lhes libre actuação com os diversos convites para pintarem muros e paredes. Seguidas posteriormente por várias cidades deste planeta, viu o grafitismo em Montreal consagrar-se como arte libremente aceite ao longo desta década, dispersa um pouco por toda a cidade. Podemos hoje dizer que o grafitismo se impôs para o desenho e pintura existente, como os pranchistas na neve se imposeram aos esquiadores, deixando de ser os seus parentes pobres. Das simples assinaturas que criavam a insegurança às pessoas que nesses locais transitavam de noite, desenvolveram-se dentro dos mais variados campos, tais como os murais dos mais diferentes tipos que hoje embelezam a cidade e dão prazer ver.

Podemos ver em baixo, uma das verdadeiras expressões do grafitismo com os seus desenhos altamente coloridos, expressivos, de linhas bem demarcadas. Pleno de assinaturas dos diferentes intervenientes, nas suas formas com característica arredondadas e largas, muito em voga actualmente.



Numa zona muito concorrida. Os miúdos adoram.


Pintura mural com espaço em baixo para que os colegas que desejarem escrevam aí as suas assinaturas, só que apareceu um ciclista madrugador bem carregado.


*Quando o poder se junta ao medo crónico, tudo começa a ficar
  melhor.
  Eric Hoffer