quinta-feira, 5 de maio de 2016

Um grande país

Mas nem tudo é oiro.

Por aqui vivem-se momentos difíceis com a maior catástrofe de sempre no Canada. Cerca de cem mil pessoas incluindo população não residente foram surpreendidas por um incêndio de grande envergadura na cidade Fort McMurray, a norte de Edmonton em Alberta.
Como já tenho dito se aqui não houvesse inverno rigoroso, isto seria como África pois conheço os dois locais.
Acontece que um incêndio batido por fortes rajadas de vento invadiu a cidade e tem vindo a destruí-la, havendo bairros destruídos a oitenta por cento. Conta-se até agora um total de mil casas e edifícios destruídos, o que vai aumentar.
Como funcionaram correctamente os serviços de urgência, conseguiram nas primeiras horas retirar setenta mil pessoas e as outras nas horas seguintes, alguns in extremis. Não há feridos nem mortos.
O centro de coordenação também foi evacuado e levado para trezentos kms de distância, assim como a grande maioria das pessoas que ficaram todas a cargo da Cruz Vermelha. Começam agora a evacuá-las para Edmonton que ainda fica muito mais longe, tal é o receio.
A Cruz Vermelha garantes-lhe dormida, comida e todos os primeiros cuidados necessários.
Os militares foram chamados a intervir operacionalmente, o que é raríssimo. Habitualmente apresentam-se no local com todo o seu equipamento mas não podem ajudar a não ser em caso de perigo de vida. O resto é com os civis pois há que respeitar os sindicatos.
Neste momento já estão a operar vinte aviões cisternas e cento e quarenta e cinco helicópteros. Estão lá mais um avião Hercules da Forças Canadianas e quatro helicópteros Grissons. Idos do Quebec, partiram mais quatro aviões cisternas de combate a incêndios C415.

Em virtude de haver neste momento uma cidade mais a norte em perigo e a estrada estar cortada pelo incêndio, deve começar ainda hoje uma evacuação aérea de grande envergadura.

A Cruz Vermelha já recebeu em donativos onze milhões de dólares que o governo se propõe cobrir com valor igual, por cada dólar oferecido pelos cidadãos.

No Parlamente Federal a chefe da oposição agredeceu a chorar ao Primeiro Ministro e ao Ministro da Segurança Pública a rápida intervenção do governo, o que levou a que se abraçassem. Coisa antes nunca vista.
Todos os partidos federais fizeram saber que estão com o Primeiro Ministro.

sábado, 30 de abril de 2016

Costumes que vão ficando

No Quebec as pessoas gostam muito de manter os hábitos, usos e costumes do passado, se bem que vivam na época actual. Isto acontece nos mais diversos campos como o profissional, comercial, artístico, etc. Já cá vi várias vezes na televisão a série Bonanza, como exemplo flagrante.

Pode-se ver em baixo uma engraixadoria que vende um pouco de tudo. À esquerda em cima um adaptador com cardas para sapatos, muito utilizados em dias de inverno quando cai gêlo. Também se nota o jornal Metro que se vê um pouco por todo o lado, mesmo noutros países. Havendo chapéus de chuva dos pequenos que são muito práticos, também se usa muito por estes lados os de grandes dimensões como se pode ver na foto.



Uma bela engraixadoria noutro centro comercial.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Desmistificando

Os índios que vivem na América passaram uma rasteirazinha ao senhor Cristóvão Colombo, que ao vê-los pensou que tinha descoberto a Índia. Foi mais tarde outro navegador, Amerigo Vespucci de origem italiana que veio desfazer a confusão. Amerigo esteve ao serviço da Espanha e de Portugal porque tinha um excelente agente, motivo pelo que foi dado o nome de América a esse continente. Pouco falada porque além das suas muitas histórias contradisse o tão célebre e popular Cristóvão, que nessa época andava sempre no topo do Boat Parade. Ainda não contentes com toda esta situação, mais tarde os colonos americanos ao verem as caras dos verdadeiros americanos pintadas de vermelho nos campos de combate, passaram-lhes a chamar peles vermelhas até ainda há pouco tempo. Conhecidos como "ameridians" ou "ameridiens" nas línguas inglesa ou francesa antes da colonização europeia para não se confundirem com os naturais da Índia, conhecidos como "indianos". O nome inicial "ameridien" vem da junção das palavras américa e índio nas duas línguas acima referidas, se bem que hoje aos naturais do Quebec lhes dêm mais o nome de Autoctónes mas quando se reférem a eles como povo, digam povos das Primeiras Nações.

Como se pode ver abaixo não há nada de vermelho nestas gentes. São descendentes de pessoas oriundas da Ásia que atravessaram há quatro mil anos a norte um istmo nomeado Ponte Terrestre de Bering, hoje conhecido como estreito do mesmo nome. Sendo excelentes caminheiros, foram-se deslocando por todo o continente americano até ao sul.

Foi ao fazerem fogos no interior das suas tendas para se aquecerem, que criaram uma tampa amovível com uma simples haste para controlar a saída do fumo para cima evitando que invadisse as tendas. Esta invenção gentilmente oferta à humanidade e por isso não patenteada, é ainda hoje muito utilizada em todo o mundo para controlar a saída de fumos nas cheminés das casas com lareiras.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Limpeza das ruas

A limpeza das ruas está a cargo da cãmara municipal que para esse fim usa essencialmente máquinas que permitem um trabalho constante. Na baixa da cidade, a limpeza é diário antes das horas de trabalho e nas zonas habitacionais, dependendo do tráfego e do número de habitantes das ruas de acordo com o tipo de prédios. Assim há ruas que são limpas uma vez por semana de cada lado e outras duas vezes.

Nos passeios, ruelas e pistas para ciclistas, são muito utilizadas as duas máquinas abaixo.

Derivado ao movimento nas zonas turísticas e baixa, também aí usam o trabalho manual diáriamente.

As mulheres também fazem a apanha do lixo, não havendo assim descriminação de sexo, raça ou idade.

As pessoas com jardins também contribuem à aparência e reciclagem orgânica. Apanham as folhas das suas árvores e põem-nas em sacos para serem recolhidos.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Presença feminina

Uma excelente obra do escultor Gerald Gladstone, que foi oferecida à cidade de Montreal por um grupo de pessoas.

Derivado à sua localização numa zona de muito movimento, deve ser das obras mais visitadas da cidade.

sábado, 26 de março de 2016

Ciclismo

Meio de manutenção e transporte.

A maioria dos ciclistas por terras da américa do norte utilizam o ciclismo como meio de manutenção, se bem que uma maior parte deles tenha o seu próprio carro.

Algumas fotos de casos diferentes, começando-se pela belíssima pista do Boulevard De Maisonneuve que atravessa Montreal de Este em Oeste. A primeira foto dá-nos uma vista na direcção Este e a segunda, na direcção Oeste.

Um ciclista bem acompanhado.
Muitos pais vão deixar os filhos aos infantários e escolas, antes de seguirem para o trabalho.
Quando o filho chega a uma certa idade, há que habituá-lo a contribuir para a viagem. É um bom vício.
Na baixa e por todo o centro, encontra-se sempre um lugar para a bicicleta. Tanto a polícia como os propietários não intervêm.
Descanso para as bicicletas dos inquilinos, é uma mais valia nesta terra.
Mas se o senhorio não previu descansos para as bicicletas numa zona habitacional, mesmo um poste de sinalização é o suficiente. A des- contracção é total, pois até deixam os capacetes presos pela fivela ou até mesmo soltos, nem que seja num parque central da rua.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Analisando

Últimos acontecimentos.

Vou-me debruçar um pouco sobre a actualidade, pois todos sabemos os actos terroristas que tiveram lugar ontem na Bélgica.
Habitando eu no Canada, é muito natural que tenha vontade de transmitir como se vê por estes lados a situação actual internacional no que respeita ao terrorismo.
Há meses a França, ontem Bruxelas e tudo por causa de uma relegião mas não é bem assim...
Já nos anos oitenta do século passado, os argelinos vivendo por estas paragens sempre que tinham uma oportunidade iam à televisão e diziam que não compreendiam porque é que o ocidente não os ajudavam uma vez que tinham dias que quando o sol nascia, havia povoações cujos os homens adultos tinham sido decapitados durante a noite. Os extremistas entravam nas povoações, degulavam os homens deixando velhos, mulheres e crianças.
Posteriormente começou-se a notar o mesmo em relação a certos países africanos e o ocidente sem reagir, o que lhes permitiu tomarem um avanço no caminho do terror que se foi estendendo pelo mundo fora até aos nossos dias.
Segundo a forma de ver destes lados, a Europa tem andado a fechar os olhos ao problema de fundo.
No ano passado em países árabes houve quinze mil mortes derivado a actos terroristas mas a Europa não lhes deu importância de maior, pois isso era com os árabes. O mesmo no dia anterior aos atentados de Paris. Um atentado em Beirute fez 41 mortos e mais de 180 feridos mas até passou práticamente despercebido da imprensa europeia. Era um problema dos árabes pois as pessoas não estavam sensibilizadas para o terrorismo.
Quando nem vinte e quatro horas depois apareceram os atentados de Paris, foi o alarme. A França pôs-se a falar aos quatro ventos e muito bem. Todo o mundo ficou um pouco mais consciensalizado do problema pois os africanos não têm pessoal bem treinado nem bem armado, nem todos fazem parte da coligação e têm sido atacados por todos os meios. Aliás, a coligação formou-se precisamente para ir socorrer os que não têm meios para se defenderem e evitarem o que aconteceu num passado recente aonde um maluco alemão entrou pela Polónia e os europeus não reagiram. Tiveram que ir mais tarde militares dos Estados Unidos e Canada em auxílio, com o resultado de centenas de milhares de mortes e por isso agora têm estado a bombardear para evitarem mortos nas suas fileiras. Os bombardeamentos são uma reacção ao terrorismo e não o terrorismo uma reacção aos bombardeamentos, pois o terrorismo já existia.
Nesse campo, abra-se uma excepção à França que a partir de um dado momento começou a auxiliar certos países africanos.
Além disso, este assunto também vem alertar para a forma como os países europeus têm tratado o caso da imigração.
É certo que aqui um grande número de imigrantes quando chegam vão para a zona portuguesa, grega, italiana, etc. Só que com o passar do tempo, como a integração é uma realidade, as pessoas procuram zonas mais de acordo com a sua forma de estar na vida e abandonam os locais do cordão umbilical originando o movimento de pessoas. Não quer dizer que não continuem ligados à Pátria mas não fazem mais parte do gueto. Isto tem-se passado com as diásporas oriundas dos mais diversos países, se bem que se mantenha na mesma as zonas com os nomes das respectivas diásporas. A maior parte delas já só mantêm as suas lojas de origem na sua grande parte, porque a população que as habita é diversificada.
Assim tem-se visto o que aconteceu com certos bairros ingleses, franceses, belgas, etc. Autênticos guetos como a cidade de Molenbeek, constituído por população essencialmente marroquina que não se integrou. São zonas de pobreza quando não se dirá mesmo miséria em certos casos. O desemprego ronda os vinte e cinco por cento nos jovens de vinte a trinta anos e nas classes etárias mais velhas é muito superior. As pessoas a pensarem sem nada fazerem gera o descontamento e a revolta vem ao de cimo. É o melhor maná para o terrorismo.
No caso actual, o descontentamento não é só a capa religiosa como nos querem fazer crer mas muito em especial o lado económico. Os reporteres de inquérito do programa JE da televisão da TVA, Félix Séguin e Maxime Landry, fizeram uma incursão há cerca de uma semana e meia no bairro Molenbeek em Bruxelas que bem caro lhes podia ter saído, pois quando perguntaram a um Imã se podiam filmar dentro da mesquita, ele disse-lhe que por ele podiam mas derivado à situação que lá se vive, tal seria a seus riscos e perigos. Estes reporteres de inquérito descobriram que muitos vão combater para o estado Islâmico por dinheiro, o que lhes foi confirmado por um trabalhdor social. A crise é tão grande na cidade de Molenbeek que até aceitam ir combater por mil euros, mas nos casos mais reticentes pode chegar a sete mil.
Sabendo-se que por um motivo ou outro os terroristas de Paris e Bruxelas estavam referenciados pela polícia derivado aos seus passado de banditismo além do posterior radicalismo e que são aliciados com dinheiro, fica-se ciente que não combatem só por relegião como se pensava.

Ora é este o problema dos guetos que os governos têm que evitar pela integração real das pessoas na sua nova sociedade, pois a Bélgica até tem um bom trabalho de integração mas este escapou-lhe totalmente ao seu control.

Actualmente, com a mundialização das comunicações, a informação e as tomadas de decisões são muito rápidas e não é porque se é europeu, asiático, africano, americano ou pelas suas raças como os árabes, pretos, aisáticos, etc, que devemos fechar os olhos. Mais tarde pode-nos bater à porta.

Fez a semana passada um ano que abriu as suas portas o centro de desradicalização criado em Montreal e que a ONU está a seguir de perto para abrir outros em todo o mundo.
Neste primeiro ano foram acompanhados seiscentas pessoas das quais quarenta por cento por motivos relegiosos. Os restantes, eram extremistas políticos dos dois lados, motivos variados e ex-prisioneiros que quando acabam de cumprir a pena, saiem piores do que quando entraram. São vulgarmente chamados "os duros".
Destes todos, só dez foram presos.

Aqui já houve três atentados menores sem grandes consequências, se bem que o da Assembleia do Canada tenha tido um significado muito forte contra a democracia. Só que derivado ao sistema de integração das pessoas, estas como se sentem bem, aceitam o contacto que as diversas autoridades e polícias têm com os pais, amigos e mesmo Imãs, para lhes explicar as alterações que se podem observar num indivíduo que se radicaliza.

Hoje, um grande número de jovens que tentam saír do Canada para irem lutar por um país que não conhecem, são denunciados pelos pais e familiares, "Imãs", etc, pois não querem vê-los morrer por um país que não conhecem. Também não querem ver as suas filhas servir de escravas e praticarem a prostituçao com os combatentes, neste caso livremente aceite derivado à mentalização.

Não quer isto dizer que não se esteja sujeito a um acto terrorista de grande dimensão, pois essa é a finalidade do terrorismo. Já no passado lia de todos os lados pois nunca gostei de ser doutrinado porque sempre preferi o humanismo e numa leitura sobre Amilcar Cabral, li que tinha como ideia: "que enquanto o terrorismo poderia levar a efeito acções que eram faladas em todo o mundo, um país tinha que mostrar ao mundo a sua ocupação territorial." Um desgaste económico muito grande assim como psicológico.

Só que o que se passou na Bélgica e que pode acontecer novamente lá ou noutros países, não deixa as pessoas admiradas.

Mesmo que fechem as fronteiras como há quem defenda pois em Paris havia três terroristas que tinham passado com a leva dos migrantes, o cancro já está dentro nos guetos, tanto mentalmente como em armamento. Até a internete ensina como fazer bombas caseiras e a baixo preço. Pode atrazar mas não resolve o problema definitivamente.

É exactamente como o que se passou com os atentados de ontem. Há dias prenderam o terrorista mais procurado e ontem sentiu-se a resposta. Bem visto, a rapidez da resposta é possível que tenha sido por causa dessa prisão mas o atentado não foi, porque o material já lá estava: no gueto.

Não é isolando essas pessoas e mantendo-as na miséria que se consegue viver em paz.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Passeando em Montreal

Quando se passeia em Montreal, vale a pena ir para Ouest no Boulevard René-Lévesque e apreciar este maravilhoso jardim museu que traz até nós autênticas jóias da arquitectura do passado desta cidade e da sua vivência.
Esta obra mostra-nos a visão do arquitecto Peter Rose e do artista Melvin Charney, que decidiram construir um espaço arquetectónico em plena centro desta cidade no tempo em que estava em moda a construção de edifícios altos.
Este verdadeiro jardim-museu foi construído em frente da Casa Shaughnessy datada de mil oitocentos e setenta e quatro, aonde se situa o Museu Canadiano de Arquitectura.

Casa Shaughnessy.

Situado no meio de duas saídas de auto-estrada que vão dar ao boulevard René-Lévesque, trata-se de uma réplica do museu num espaço aberto para que as pessoas possam visitar livremente.

Pode-se ver ao centro a Arcada que não é mais que um espelho em pedra a lembrar a Casa Shaughnessy. De um lado da Arcada as árvores representando o pomar e do outro lado a pradaria. Ao fundo, um muro em todo o comprimento que mais não é que a representação de um miradouro.

A pradaria vista do lado da frente.

No parque superior pode-se ver vários esculturas do artista representando uma visão dos bairrros industriais do século passado com os seus silos, igrejas, chaminés, etc.

Algumas fotos das referidas esculturas situadas ao cimo da pradaria.

Continuando o passeio vêm-se mais trabalhos no lado de trás da Arcada e do pomar.

O pomar visto das traseiras.

É de facto uma obra notável com mistura do real e futurista que foi galardoada com o prémio de Honra da Arquitectura do Instituto de Arquitectura Americana, assim como com a medalha do Governador Geral do Canada, no campo artístico.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dar ao seguinte

Beleza e elegância. 

A pessoa que passar pode apanhar a planta, pois foi deixada sobre o passeio para isso mesmo.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Uma cara de Montreal

Um trabalho do género que Rone nos vem habituando com as suas faces, situado numa rua de Montreal com pouco movimento. Trata-se de um excelente mural estilo clássico a que nem o poste à frente conseguiu tirar o seu valor artístico.

sábado, 12 de março de 2016

Bicicleta sem freio

Um trabalho manual com curvas suaves do duo Douglas de Castro e Renato Perreira. As suas cores vivas mesmo ao lado da rua principal de Montreal, chamam a atenção das pessoas e dão uma certa alegria ao local. Um mural com espírito.

quinta-feira, 10 de março de 2016

O cérebro

Continue a tentar até que ele funcione.

Já com algum tempo de existência mas um excelente trabalho de Fam Novak.

terça-feira, 8 de março de 2016

Festival citadino de prancha de neve

Um agrupamento de pessoas chamou-me a atenção para as provas de descida de prancha de neve em plena cidade. A forma alegre como as pessoas vivem o frio de inverno, é motivante para aqueles que não estão habituados.
Os mais friorentos têm aonde se aquecerem, o que ajuda a passar o tempo antes das provas.
As horas começam a passar-se, as pessoas vão bebendo bebidas quentes e aproximando-se da pista.
Da plataforma dos técnicos da televisão que transmitiam este evento foi possível obter uma visão geral da pista bastante inclinada, incluindo os seus obstáculos.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Nevão na cidade

Quando cai um nevão, as ruas são imediatamente limpas para que o trânsito possa passar. É primordial que os serviços de urgência, apanha do lixo e da reciclagem não parem.
Nas fotos abaixo vai-se ter uma visão geral do estado das ruas, assim de como ficam os carros estacionados.
Neste lugar esteve estacionado um carro junto ao passeio cujo o dono criou uma excelente saída.
Resultado de um estacionamento em espinha. Prático para sair para quem tem veículos altos porque os baixos assentam na neve, as rodas fazem pouco ou nenhuma aderência com o pavimento e é um problema para tirar o carro.
Também há os apressados que não têm amor pelos carros e tentam sair passando por cima da neve. Além dos carros ficarem práticamente suspensos em certas posições, leva os pneus a fiarem práticamente no ar girando a alta velocidade pois quase não tocam o pavimento. Essa situação cria fumo e cheiro intensos, originando que a neve ou o gêlo compactados com o peso do carro, façam por vezes estragos avultados. Nada bom para pneus de inverno que se gastam rápidamente com o calor.
Uma visão dos passeios feitos para os peões puderem utilizar, pois a vida não pára dia e noite. As luzes da iluminação pública ao serem reflectidas pela neve, deixam uma visibilidade fora do vulgar durante a noite em toda a cidade.
Devido a este período de inverno que todos têm de passar e que não é fácil se bem que aliciante para quem gosta de neve, há uma compreensão entre os automobilistas que origina uma agradável convivência.