sábado, 11 de junho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
A Esfera dos Sonhos
Esta excelente obra em bronze que nos mostra uma amálgama de sonhos possíveis bem perceptíveis, foi criada pelo escultor Aristide Gagnon em mil novecentos e noventa e quatro.
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Arte - A Esfera dos Sonhos
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Coimbra no seu melhor
Na passagem da Lucinda pela cidade de Coimbra em Portugal, uma das fotógrafas oficiais deste blogue, não perdeu a oportunidade de deixar para a posteridade o primeiro grande mural na baixa desta cidade e que se situa na escadaria São Bartolomeu que vai dar à Praça do Comércio.
A Praça do Comércio que se pode ver parcialmente em baixo, foi conhecida por vários séculos como a Praça e depois foi chamada de Praça São Bartolomeu derivado à igreja do mesmo nome aí edificada. Veio posteriormente a chamar-se Praça Velha derivado à mudança do mercado aí existente para o local onde está hoje. Mantendo o seu valor comercial, foi-lhe atribuído o nome de Praça do Comércio.
Também se situa nesta Praça a Igreja de São Tiago de estilo românico assim como foi lá que existiu o primeiro hospital de Coimbra.
O Pelourinho de Coimbra que já esteve em vários lados, é aí que se pode ver.
É lá que têm lugar vários eventos como a Feira das Cebolas que com as suas tranças nos lembram a forma de comercialização deste produto no passado. Tem o cunho de ao caír da tarde e à noite dar a conhecer o folclore, jogos e a gastronomia regional.
Outro acontecimento muito concorrido é a Feira das Velharias que se destina à venda e troca de produtos antigos.
Também se situa nesta Praça a Igreja de São Tiago de estilo românico assim como foi lá que existiu o primeiro hospital de Coimbra.
O Pelourinho de Coimbra que já esteve em vários lados, é aí que se pode ver.
É lá que têm lugar vários eventos como a Feira das Cebolas que com as suas tranças nos lembram a forma de comercialização deste produto no passado. Tem o cunho de ao caír da tarde e à noite dar a conhecer o folclore, jogos e a gastronomia regional.
Outro acontecimento muito concorrido é a Feira das Velharias que se destina à venda e troca de produtos antigos.
Os aros que envolvem as janelas e portas assim como as grades em ferro forjado das varandas, são uma maravilha própria das zonas antigas das cidades europeias. Tudo isto apaparicado com lindos candeeiros de ferro e vasos com plantas nas varandas, mostra bem o empenho que as pessoas têm no embelezamento do local aonde vivem.
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Coimbra - Arte mural em Coimbra 001
terça-feira, 7 de junho de 2016
Levantei-me cedo
E resolvi aproveitar a boleia da minha filha para ir dar uma volta em família.
Tínhamos vários locais aonde ir pelo que tomamos a auto-estrada quinze norte que passa no meio da cidade, mais conhecida por Décarie.
Foto tirada de um pontão.
Tínhamos vários locais aonde ir pelo que tomamos a auto-estrada quinze norte que passa no meio da cidade, mais conhecida por Décarie.
Como havia pouco movimento pois era sábado de manhã, seguimos a Decarie.
Andava-se à-vontade como se pode ver nas fotos abaixo.
Chegou o momento de virarmos para a quarenta, que é uma auto-estrada elevada.
Já na quarenta começamos a ver os edifícios que dão para a rua que acompanha toda a auto-estrada. Uma pessoa pode tanto rolar na rua como na auto-estrada, só que na auto-estrada não há semáforos.
Estamos quase a saír.
Depois de deixarmos a auto-estrada quarenta, seguimos na Avenida Papineau aonde aproveitamos para saborear umas tijeladas com sabor a Rio de Moínhos. Boca doce e um sorriso de satisfação, fomos até à rua St. Denis aonde me despedi da família para fazer umas fotos.
Sendo uma das principais ruas de Montreal derivado ao seu comércio incluindo imensos cafés e retaurantes, dediquei-me à parte afectada pelas obras de construção pública deslocando-me de norte para sul.
Numa tentativa para compensar os comerciantes pelos problemas causados com as obras, a cãmara criou-lhes o "Grande Terraço Vermelho". Comecemos por ver o banco de espera dos autocarros indicando-nos a rua aonde estamos.
Não faltando os descansos para as bicicletas.
Sendo uma das principais ruas de Montreal derivado ao seu comércio incluindo imensos cafés e retaurantes, dediquei-me à parte afectada pelas obras de construção pública deslocando-me de norte para sul.
Numa tentativa para compensar os comerciantes pelos problemas causados com as obras, a cãmara criou-lhes o "Grande Terraço Vermelho". Comecemos por ver o banco de espera dos autocarros indicando-nos a rua aonde estamos.
E cafés todos seguidos.
Mais umas fotos desta bela esplanada.
Só que a rua de St. Denis não é só comércio mas sim também arte nas suas fachadas, como se pode ver neste mural.
Ou as suas belas águas furtadas.
Um pouco mais abaixo deparei-me com uma explanada que sai fora do passeio, típica desta rua.
Depois desci até à Grande Biblioteca sentando-me num sofá ao fresco para recuperar as forças.
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Rua St. Denis 001 - Montreal
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Mural
O mural é uma arte pública muito acarinhada em Montreal, o que leva privados e companhias a procurarem embelezar as suas paredes. Por vezes encontram-se aonde menos se espera, como neste caso.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Murais
Coelho Maddoc
Um trabalho que mesmo antigo ainda marca presença nesta cidade.
Se o primeiro mural está num local de passagem, já o segundo obriga a que uma pessoa aí se desloque. Dois estilos e visões absolutamente diferentes.
Um grafito muito difícil de execução com cores muito diferentes e sem continuidade mas que pretende conjugá-las de forma harmonioza no meio de linhas que na sua maior parte são bem definidas.
Três cabeças, duas mulheres
Um trabalho que mesmo antigo ainda marca presença nesta cidade.
Se o primeiro mural está num local de passagem, já o segundo obriga a que uma pessoa aí se desloque. Dois estilos e visões absolutamente diferentes.
terça-feira, 31 de maio de 2016
Voltinhas na cidade
Sábado passado fui dar uma volta.
Fi-lo nos tranportes públicos porque estando habituado à bicicleta que podia deixar por todo lado, preferi deixar o carro em casa uma vez que é difícil de apanhar um estacionamento no centro de Montreal e também não é nada prático.
Mesmo com o tempo encoberto fui ver se alguém estava a tocar piano, pelo que aproveitei para fotografar este vistoso moral na passagem.
Mesmo com o tempo encoberto fui ver se alguém estava a tocar piano, pelo que aproveitei para fotografar este vistoso moral na passagem.
Chegado ao local fui surpreendido com a cor do piano. Nem por isso deixei de ouvir a música tocada por um jovem com bastante talento que já ouvi várias vezes e que hoje estava acompanhado de uma chinesinha que não lhe ficava atrás.
Só que ser-se fotografo amador tem os seus riscos, pois este a olhar para os artistas vinha direito a mim.
Aproveitei não estar longe e fui até à Gare Central descansar um pouco mas no caminho passei pela dançarina. Sendo um excelente tabalho de Zoya Niedermann, esta vaidosa não se cansa de maravilhar quem passa.
E assim já cansado fui até à paragem do autocarro pensando que ia jantar com vontade. Só que
comecei a ouvir uns violinos à
distancia que até me revigoraram as forças.
Finalmente apanhei o autocarro e comecei a visualisar o jantar. Era cá um cheirinho...
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Voltinhas em Montreal 001
domingo, 29 de maio de 2016
Fazes da vida
Ou o inesperado acontece!
À chegada ao aeroporto tiraram-me esta foto para a posteridade.
Depois das bagagens embarcadas, fomos até ao café dar dois dedos de conversa.
Depois de um esforço tão grande, nada melhor que uns golos de água para evitar a desidratação.
Viva a alegria e boa disposição.
No passado mês de Abril fui-me despedir da minha jóia ao aeroporto de Montreal, pois tirou um mês de férias para visitar a família e amigos.
Aproveitei a boleia da minha filha e resolvemos ir com antecedência para passarmos um bocado juntos, antes da despedida.
Estando habituado a andar de bicicleta, os médicos acharam por bem mudar a posição das rodas. Como as bengalas eram excelentes para empurrar a cadeira de rodas sem ajuda de terceiros, aproveitei-as logo e assim descobri o novo estilo de desporto de esqui com este tipo de cadeira. Foi benéfico. O sangue girava e fui fortalecendo os músculos dos braços.
À chegada ao aeroporto tiraram-me esta foto para a posteridade.
Depois das bagagens embarcadas, fomos até ao café dar dois dedos de conversa.
Partiu e andou por Portugal com a família e amigos, distraindo-se por todo o lado até ao dia anterior da volta. Aproveitei para lhe perguntar se quando chegasse queria dançar o fandango comigo mas muito desconfiada da brincadeira, disse-me que não.
À chegada vinha apreçada para voltar a casa e talvez por isso tenha dado o negas a um novo convite para dançar. Enfim... tive que me contentar.
No dia seguinte já mais descansada e estando a filha a trabalhar, fomos até ao parque mais próximo passar uns momentos agradáveis.
Antes de partir estava disposta a jogar ping pong comigo, só que tínhamos esquecido as raquetes e as bolas. Nada de dramático. Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas.
À chegada vinha apreçada para voltar a casa e talvez por isso tenha dado o negas a um novo convite para dançar. Enfim... tive que me contentar.
No dia seguinte já mais descansada e estando a filha a trabalhar, fomos até ao parque mais próximo passar uns momentos agradáveis.
Depois de um esforço tão grande, nada melhor que uns golos de água para evitar a desidratação.
E assim aqui fica uma estória respeitante às fazes da vida. Ora vejam lá que já ninguém dava nada por ele naquela cadeira de rodas e agora anda-se a pavonear por todo o lado...
Moral da estória: nunca devemos desanimar mas o que não tem remédio, remediado está.
Moral da estória: nunca devemos desanimar mas o que não tem remédio, remediado está.
Viva a alegria e boa disposição.
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Vivência em família - 001 Parque Loyola 001
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Murais
Os murais em Montreal são muitas vezes utilizados para fins didáticos, além de embelezarem a paisagem.
Há murais que convidam simplesmente as pessoas à manutenção física.
Há murais que convidam simplesmente as pessoas à manutenção física.
Outros servem para embelezar os taipais de obras como etes da Universidade Mcgill, convidando os estudantes ao êxito das suas obrigações e à prática da manutenção física.
Segundo os especialistas, a manutenção física evita o desenvolvimento de imensas inflamações que degenerando podem dar problemas mais graves. Pesquisas levadas a efeito neste continente e Europa pelo Instituto Nacional do Cancro dos Estados Unidos em um milhão e quatrocentas mil pessoas, entre mil novecentos e oitenta e sete e dois mil e quatro, vieram confirmar que uma actividade intensa diminui o risco de desenvolver treze tipos de cancro.
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Arte - Mural - Estudos Manutenção 001
terça-feira, 24 de maio de 2016
Ir sózinho...
Penso que é melhor acompanhado.
Como isto de andar de hospital em hospital é um pouco monótono, dêm lá um geitinho. Venham dar uma voltinha comigo que até ajuda a distraír.
Uma vista deste corredor que mais parece uma galeria de arte ou um museu.
Mergulhemos no universo de Rita Cohen. Os seus trabalhos em acrílico sobre tela fazem-nos parar no corredor.
Em baixo vemos fotos de dois quadros de um artista muito conhecido.
Pablo Picasso.
Numa certa altura Picasso mudou-se para França, longe de Paris e dedicou-se à linogravura. Este estilo permite ao artista de criar rápidamente uma linha que capta imediatamente o gesto do artista. Os quadros representam personagens muito animadas aonde bebem e dançam nas celebrações romanas e gregas em homenagem ao deus Baco.
Dados obtidos no local.
Como isto de andar de hospital em hospital é um pouco monótono, dêm lá um geitinho. Venham dar uma voltinha comigo que até ajuda a distraír.
Vááá... vamos começar pelo tratamento de quimioterapia que até é aliciante. Olhar pela janela ao lado até revigora as forças.
Que belo quadro.
Está tudo a correr bem. Passemos a outra sala para o último exame de hoje.
Já que esta gente tanto insiste, aproveitei para descontraír os olhos com a paisagem.
Lindo.
Sabem as aves ligeiras
O canto seu variar
Fazem gorjeios às vezes
Às vezes põem-se a chilrar.
O canto seu variar
Fazem gorjeios às vezes
Às vezes põem-se a chilrar.
Não nos atrazemos com a passarada, pois ainda há uns exames para fazer noutro hospital.
Depois de passada a entrada deste hospital, vamos aproveitar esta máquina para evitarmos de estarmos em longas bichas.
Passamos o cartão de saúde pelo quadradinho, pois este benévolo até nos ajuda a fazer tudo.
Inscrição feita, vamos para a sala de espera.
Depois de passada a entrada deste hospital, vamos aproveitar esta máquina para evitarmos de estarmos em longas bichas.
Passamos o cartão de saúde pelo quadradinho, pois este benévolo até nos ajuda a fazer tudo.
Para os que me acompanham, como vêm não custa nada. Acentados num sofá em amena cavaqueira, o tempo passou rápidamente até ser chamado com muito amor e carinho.
Isto de passar o tempo a ver os outros trabalhar, não está certo. O doente também tem que colaborar. Se não se deitar, não há exame. É por isso que ele é a atracção principal.
Também precisa de se distrair um pouco, só que já apresentei uma reclamação pois nunca vi um pássaro nestas árvores.
Que belo quadro.
Está tudo a correr bem. Passemos a outra sala para o último exame de hoje.
Já que esta gente tanto insiste, aproveitei para descontraír os olhos com a paisagem.
Uma vista deste corredor que mais parece uma galeria de arte ou um museu.
Mergulhemos no universo de Rita Cohen. Os seus trabalhos em acrílico sobre tela fazem-nos parar no corredor.
Este conjunto é da autoria de Fernand Toupin de mil novecentos e setenta e sete, que defendia o retorno a uma pintura mais reservada e racional, muito de acordo com o movimento Autonomista da época.
Em baixo vemos fotos de dois quadros de um artista muito conhecido.
Pablo Picasso.
Numa certa altura Picasso mudou-se para França, longe de Paris e dedicou-se à linogravura. Este estilo permite ao artista de criar rápidamente uma linha que capta imediatamente o gesto do artista. Os quadros representam personagens muito animadas aonde bebem e dançam nas celebrações romanas e gregas em homenagem ao deus Baco.
Dados obtidos no local.
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Hospitais 001 - Qualidade de vida 001
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