domingo, 19 de junho de 2016

Pópós para todos

Esta ano não fui à F1 mas andei no centro e vi algumas máquinas.
Só que trabalho, é trabalho.
Com o bolso mais leve mas que não nota, lá partiu todo satisfeito.
Os baratuchos também se mostravam.
Pisquei o olho à Peel e estava animada.
Ao passar na De Masonneuve apreciei esta esplanada que estica a perna para a rua.
E até puseram umas brincadeiras na rua para animar a malta.
E uns mais piquininos.
Porque não dar uma voltinha na Crescent.
Contra o habitual, a Fiat estava em peso com muitos carros em vários locais.
Mesmo uma paragem aos poços para mudança de pneus dava origem a campeões.
Dia e noite era a festa.
Estas amostras também tinham direito.
Lá tive que olhar para isto...
Atrevido.
Início de uma perseguição e seu resultado, só que não foi no velódromo. Foi na rua.
Um Nissan diferente.
Este é que eu não conhecia. Ainda para mais não abre as portas... levanta as orelhas como os coelhos.

Simplesmente: BMW.

Competição não faltou.
Belas motos e o pessoal com ar muito festivo.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

A Esfera dos Sonhos

Esta excelente obra em bronze que nos mostra uma amálgama de sonhos possíveis bem perceptíveis, foi criada pelo escultor Aristide Gagnon em mil novecentos e noventa e quatro.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Coimbra no seu melhor

Na passagem da Lucinda pela cidade de Coimbra em Portugal, uma das fotógrafas oficiais deste blogue, não perdeu a oportunidade de deixar para a posteridade o primeiro grande mural na baixa desta cidade e que se situa na escadaria São Bartolomeu que vai dar à Praça do Comércio.
A Praça do Comércio que se pode ver parcialmente em baixo, foi conhecida por vários séculos como a Praça e depois foi chamada de Praça São Bartolomeu derivado à igreja do mesmo nome aí edificada. Veio posteriormente a chamar-se Praça Velha derivado à mudança do mercado aí existente para o local onde está hoje. Mantendo o seu valor comercial, foi-lhe atribuído o nome de Praça do Comércio.
Também se situa nesta Praça a Igreja de São Tiago de estilo românico assim como foi lá que existiu o primeiro hospital de Coimbra.
O Pelourinho de Coimbra que já esteve em vários lados, é aí que se pode ver.
É lá que têm lugar vários eventos como a Feira das Cebolas que com as suas tranças nos lembram a forma de comercialização deste produto no passado. Tem o cunho de ao caír da tarde e à noite dar a conhecer o folclore, jogos e a gastronomia regional.
Outro acontecimento muito concorrido é a Feira das Velharias que se destina à venda e troca de produtos antigos.

Os aros que envolvem as janelas e portas assim como as grades em ferro forjado das varandas, são uma maravilha própria das zonas antigas das cidades europeias. Tudo isto apaparicado com lindos candeeiros de ferro e vasos com plantas nas varandas, mostra bem o empenho que as pessoas têm no embelezamento do local aonde vivem.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Levantei-me cedo

E resolvi aproveitar a boleia da minha filha para ir dar uma volta em família.

Tínhamos vários locais aonde ir pelo que tomamos a auto-estrada quinze norte que passa no meio da cidade, mais conhecida por Décarie.
Foto tirada de um pontão.
Como havia pouco movimento pois era sábado de manhã, seguimos a Decarie.
Andava-se à-vontade como se pode ver nas fotos abaixo.
Chegou o momento de virarmos para a quarenta, que é uma auto-estrada elevada.
Já na quarenta começamos a ver os edifícios que dão para a rua que acompanha toda a auto-estrada. Uma pessoa pode tanto rolar na rua como na auto-estrada, só que na auto-estrada não há semáforos.
Estamos quase a saír.
Depois de deixarmos a auto-estrada quarenta, seguimos na Avenida Papineau aonde aproveitamos para saborear umas tijeladas com sabor a Rio de Moínhos. Boca doce e um sorriso de satisfação, fomos até à rua St. Denis aonde me despedi da família para fazer umas fotos.
Sendo uma das principais ruas de Montreal derivado ao seu comércio incluindo imensos cafés e retaurantes, dediquei-me à parte afectada pelas obras de construção pública deslocando-me de norte para sul.
Numa tentativa para compensar os comerciantes pelos problemas causados com as obras, a cãmara criou-lhes o "Grande Terraço Vermelho". Comecemos por ver o banco de espera dos autocarros indicando-nos a rua aonde estamos.
Não faltando os descansos para as bicicletas.
E cafés todos seguidos.
Mais umas fotos desta bela esplanada.
Só que a rua de St. Denis não é só comércio mas sim também arte nas suas fachadas, como se pode ver neste mural.
Ou as suas belas águas furtadas.
Um pouco mais abaixo deparei-me com uma explanada que sai fora do passeio, típica desta rua.
Depois desci até à Grande Biblioteca sentando-me num sofá ao fresco para recuperar as forças.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Mural

O mural é uma arte pública muito acarinhada em Montreal, o que leva privados e companhias a procurarem embelezar as suas paredes. Por vezes encontram-se aonde menos se espera, como neste caso.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Murais

Coelho Maddoc
Um grafito muito difícil de execução com cores muito diferentes e sem continuidade mas que pretende conjugá-las de forma harmonioza no meio de linhas que na sua maior parte são bem definidas. 
Três cabeças, duas mulheres
Um trabalho que mesmo antigo ainda marca presença nesta cidade.
Se o primeiro mural está num local de passagem, já o segundo obriga a que uma pessoa aí se desloque. Dois estilos e visões absolutamente diferentes.