segunda-feira, 10 de junho de 2013

Festas da F1 na baixa de Montreal

Na quinta-feira passada, depois de deixarmos o circuito da F1, resolvemos passar na baixa da cidade para vermos como se desenrolava a festa.
Apercebemo-nos logo que estávamos bem guardados.


E que até havia quem trabalhasse. Não se trata de um fiscal da cãmara que também trabalham tanto em bicicleta como com o carro de serviço. É mesmo um polícia, pois está armado e bem identificado.


Se bem que chovesse, a festa que é feita mesmo no meio da cidade, estava nos últimos afinamentos para a noite.


Os bólides é que estavam bem aconchegados mas ter carros deste calibre em pleno meio da rua sem poder dar-lhes uma olhadela, foi uma desilusão.



Enfim, tivemos direito a ver um traquinas dependurado pelas orelhas.

Não é só nos filmes

Estas máquinas também se passeiam na cidade.


sábado, 8 de junho de 2013

Fomos ver a F1


Box.


Até deu para animar a malta.


Esta pista que na quinta-feira passada percorremos de autocarro por estar fechada ao público, pode ser utilizada para os mais diversos fins por todas as pessoas fora de certas datas desportivas. Por já lá ter passado de carro e em bicicleta, garanto que não tem um buraco.


Lavatório colocado mesmo à saída. Até parece que não querem que se saia contaminado com o virus da F1.


O Grande Prémio da Formula 1 do Canada, tem lugar todos os anos nesta data. Junto à pista pode-se ver a maior bacia olímpica da América do Norte, que foi criada em mil novecentos e setenta e seis para as provas de embarcações dos respectivos jogos olípicos de verão.


Falando de coisas sérias: aqui ninguém brinca.


Assim termino a partilha dos principais momentos que vivemos na quinta-feira passada no local do circuito.

Fomos ver a F1


O máximo a que um adepto pode aspirar, é de poder entrar numa box e ter a liberdade de tocar naquelas peças tão bem polidos. Um sonho que vai connosco. É um privilégio que só muito raramente alguns têm uma vez na vida. A nossa já cá está.

Foto:Lucinda

A diferença entre duas mulheres lado a lado é normal mas uma mulher alta e um homem baixo, é caricato e por isso...


Ainda vimos passar umas máquinas mesmo ao pé, com todas as peças montadas.


Duas boxes


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Ontem fomos ver a F1


Dando uma volta no paddock.



Nestes acontecimentos as televisões não faltam. Neste caso, vemos a CTV.

Ontem fomos ver a F1


Não haja dúvidas que se interessam pelo nosso bem estar e segurança.


As pessoas não passam a linha branca, queria dizer a fita preta: mesmo crianças. Há muitos segredinhos escondidos.


Um pneu destes no meu carro, nem notava os buracos das ruas. Este ano, estes pneus têm uma componente "teflon" que os torna um pouco mais duros mas também mais duráveis.


Passemos a assunto sérios.

Ontem fomos ver a F1


Logo que entrámos, fomos vendo uns brinquedos para adoçar a vista.




E depois, umas distracções.


Ontem fomos ver a F1

Como no dia de ontem o casal da família estava em casa, resolvemos ir dar uma volta e aproveitámos para ver o primeiro dia do grande circo que é a F1.


No caminho, depois de termos deixado o metro, fomos vendo uma exposição de fotografia dedicada à Natureza.



E também o que ia aparecendo.


Enfim... aqui fica a prova que chegamos sãos e salvos.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Crises económicas

O Canada teve uma forte crise económica que começou em 1991 e teve o seu apogeu em 1993. Logo a seguir quando começou a recuperação, pensavamos que o mal tinha ficado para trás. 

É claro que durante essa época fecharam só em Montreal sete hospitais, cerca de quinhentas agências de bancos e outras tantas estações de abastecimento de gasolina. Hoje já muito raramente se nota à vista os efeitos desse época, se bem que as fotografias abaixo tenham sido tiradas em dois mil e dez, quase vinte anos depois, o que mostra bem a extensão do problema. Como não me lembro da sua localização, não posso confirmar se ainda existe mas se bem que raramente, ainda se vai encontrando situações idênticas. 

Quanto aos hospitais, começaram no ano passado a construção de dois grandes hospitais universitários que substituirão os dois existentes mas não se trata de aumento de hospitais. Trata-se sim, de um avanço no tipos de edifícios e seus apoios técnicos, assim como um aumento no número de camas. Montreal vai voltar a ter hospitais com material técnico do último grito e que permitirá uma pesquisa avançada, diferente do que se passa actualmente.

 Esta estação de gasolina que fechou, está devidamente circundada por blocos de betão armado e só ainda não tinha desparecido tudo porque fazia parte de uma garagem. Se não fôsse a garagem, muito provávelmente que já aí estaria um edifício de uma série de andares como noutros lados.