Teve ontem lugar a primeira grande parada para homenagear todos os atletas canadianos, presentes nos jogos Olímpicos de Inverno deste ano. Muita alegria e uma disponibilidade muito grande tanto dos atletas como do público. Ver medalhas Olímpicas a serem tocadas por muitas pessoas que se deslocaram ao desfile, com um respeito natural muito grande sem tocarem nos atletas, uma alegria através de uma energia contangiante entre a população e esses jovens, foi o que eu de facto vi ontem. Esta atitude recíproca fez-me lembrar as Queimas das Fitas a que assisti em Coimbra com a alegria contangiante da juventude, com carros maravilhosos. Neste caso, os carros eram sóbrios mas muito mais simples, havendo a particularidade da presença de medalhas Olímpicas de um valor extraordinário, ali mesmo às nossas mãos e no cortejo não desapareceu nenhuma. É assim esta gente.
De manhã cedo tive a ideia de que ia ver qualquer coisa de diferente mas não sabia o que iria ter pela frente de concreto. Pelas oito da manhã, cheguei à rua principal da baixa de Montreal, rua Ste-Catherine, no cruzamento com a rua Atwater, ainda muito antes do começo do desfile, deparei com este arcenal preventivo:
De manhã cedo tive a ideia de que ia ver qualquer coisa de diferente mas não sabia o que iria ter pela frente de concreto. Pelas oito da manhã, cheguei à rua principal da baixa de Montreal, rua Ste-Catherine, no cruzamento com a rua Atwater, ainda muito antes do começo do desfile, deparei com este arcenal preventivo:

Depois andei a ver e a fotografar os carros dos atletas ainda vazios mas foi esta "sua majestade" que me chamou mais a atenção:




Antigo mas maravilhoso este Rolls-Royce.
Olhei para o lado e dei com este autocarro "careca", com propaganda ao Jornal de Montreal, correspondente ao Correio da Manhã em Portugal. Em baixo no autocarro, pode-se ver uma lindíssima vista geral polvilhada de locais desta cidade.

Mais à frente vi esta bicicleta sem travões que me levou a pensar ser uma das utilizadas em pistas cobertas, o que não seria a primeira. Pensei logo: gostaria de ver quem é este "manfio".

Penso que vi mas enganei-me:

Pelo saco grande às costas, pelo cinturão que só os profissionais usam e que além de lhe envolver a cintura serve para segurar o cadeado da bicicleta que se pode ver no lado esquerdo, assim como um saco tipo bolsa do lado direito para vários fins; à frente costumam ter uma bolsinha para documentos ou notas, pelo que tudo me leva a crer tratar-se de uma mulher destribuidora de cartas e pequenas encomendas, mulher "carteiro". Os diferentes carteiros em bicicleta sobem e descem escadas a correr, tomam elevadores, estão sempre a prender e a tirar as bicicletas do descanso, assim como fazem no mínimo cerca de sessenta kilómetros por dia, por vezes seis dias por semana.
Merleta em terra, sol na cidade. Esta Merleta é a mascota da Universiadade McGill.

Última passagem dos rebocadores por causa dos atrasados. A partir deste momento, a rua está desimpedida.

Cedo, as patrulhas da Cruz Vermelha já percorrem a rua.

Na vista desta praça, também aparece quem faça manutenção a pé ou de bicicleta.

O palco está pronto.

Os médias a postos.

Vista geral da rua Ste-Catherine. Nota-se uma pessoa que se desloca de patins com um carrinho de bébé.

Enfim, polícias de moto, a cavalo e um patrulha em bicicleta, seguidos de uma carrinha patrulha, abrem o percurso. O cortejo pode começar.

Pelas camisolas, o Canada está ansioso por ver o cortejo passar. Aqui, a presença de um departamento de atletismo da universidade "McGill".
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