Como a espessura do gêlo fez com que cada ramo de árvores pesasse trinta e três vezes mais o seu peso normal, logo que a crise passou, os podadores especializados em arquitectura municipal não pararam durante longo tempo. Ao longo dos tempos e já lá vão doze anos, ainda se vão cortando árvores que se têm negado a desaparecerem, derivado a essa crise.
Duas árvores cortadas este ano que se podem ver na fotografia abaixo, vêm confirmar a frase declamada com tanta determinação pela grande e saudosa Da. Amélia Rey Colaço: "As árvores morrem de pé".

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