Vi enchertos do festival "Juste pour rire", que na prática é muito mais do que o riso. Jamais pensei ver uma estória social contada numa dança muito bem coreografada, ao som da música, tendo como cenário um carro ao ar livre com as pessoas e casas envolventes. Uma miscigenação americana como intérpretes. Muito bem dançada com uma mímica que nos permitia acompanhar os acontecimentos e que em nada interferia com os tempos de dança. A estória baseava-se num caso de uma paixão louca a dois com os seus contratempos, que levou à intervenção da polícia e aonde por fim, tudo terminou em bem.


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