Os primeiros habitantes do Quebec não percebiam nada de política, o que queriam era fazer os seus negócios e comer sem amigávelmente perderem o scalp. Para sobreviverem tiveram que fazer face às mais diversas situações, entre as quais a alimentar.
Assim quando chegava ao Natal, esses pobres cheios de frio e fome, olhavam de soslaio para os amigos índios com tenda aquecida e equipamento para saída dos gazes nocivos, davam-lhe um nó de cana de açucar com águardente para não os embebedar totalmente porque já na época saía cara, piscavam o olho a um peru, metiam-no debaixo do braço e no caminho iam idealizando mentalmente o repasto e o cheirinho de tão boa iguaria.
O problema era que chegados a casa, a mulher punha as mãos à cabeça pois aquele raquítico peru índio sem scalp que o marido trazia, tinha uma cabeça que nunca mais parava de girar e umas pernas senhoras de poderosos músculos, umas patas com unhas bem afiadas mas carne... já nessa altura, era a vingança do chinês em solo norte americano.
Assim, senhores de uma técnica comercial avançadíssima para a época, exportavam com frequência para que o PIB não caísse, numa altura em que ainda não tinham descoberto o "Know all". Para melhor o poderem fazer, foram aliciando os pobres animais roubados com cruzamentos, de que não falo por falta de tempo, para obterem um peru cuja suculenta carne enchesse o espaço entre os dentes dos mais famosos dignitários.
Foi com o trabalho de longos anos, centenas, que apareceu na História do Quebec este altivo e apregoado peru de "peito largo", que hoje fazem a glória das pessoas desta região e de além-fronteiras.
O orgulhoso "peito largo" na açadeira para lhe dar uma certa humidade.
Assim quando chegava ao Natal, esses pobres cheios de frio e fome, olhavam de soslaio para os amigos índios com tenda aquecida e equipamento para saída dos gazes nocivos, davam-lhe um nó de cana de açucar com águardente para não os embebedar totalmente porque já na época saía cara, piscavam o olho a um peru, metiam-no debaixo do braço e no caminho iam idealizando mentalmente o repasto e o cheirinho de tão boa iguaria.
O problema era que chegados a casa, a mulher punha as mãos à cabeça pois aquele raquítico peru índio sem scalp que o marido trazia, tinha uma cabeça que nunca mais parava de girar e umas pernas senhoras de poderosos músculos, umas patas com unhas bem afiadas mas carne... já nessa altura, era a vingança do chinês em solo norte americano.
Assim, senhores de uma técnica comercial avançadíssima para a época, exportavam com frequência para que o PIB não caísse, numa altura em que ainda não tinham descoberto o "Know all". Para melhor o poderem fazer, foram aliciando os pobres animais roubados com cruzamentos, de que não falo por falta de tempo, para obterem um peru cuja suculenta carne enchesse o espaço entre os dentes dos mais famosos dignitários.
Foi com o trabalho de longos anos, centenas, que apareceu na História do Quebec este altivo e apregoado peru de "peito largo", que hoje fazem a glória das pessoas desta região e de além-fronteiras.
O orgulhoso "peito largo" na açadeira para lhe dar uma certa humidade.



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