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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ser-se livre na cidade.

Passeio em família.

E assim se vai para o serviço.




Ida para a universidade de acordo com o código da estrada.


O regresso da lavandaria.


Pista canal Lachine. Liga a ponta Oeste da cidade ao Velho Porto, pertíssimo da baixa.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ciclistas, pranchistas e patinadores

Os governos incentivam os patinadores por todos os meios a saírem para as ruas.
Propaganda num autocarro municipal. Se bem que os autocarros parem muitas vezes, dá-nos uma ideia da velocidade dos patinadores.



Cerca de metade das pessoas que fazem ciclismo, utilizam este meio de transporte logo de manhãzinha nas suas deslocações para o trabalho ou estudos, quer sejam cabelos loiros, castanhos, pretos ou brancos. De uma cajadada matam-se dois coelhos: praticam manutenção física enquanto viajam. É o que se chama: vida sã em corpo são.


Os senhorios que por vezes também são ciclistas, aceitam a situação.


O pessoal chegou ao trabalho.


Ou então foi à farmácia. O tipo de bicicleta não importa, umas mais catitas que outras mas o que interessa, é que sirva para o fim desejado. Cada um tem uma grande estima pela sua.


Uma terceira idade precavida, bem visível, na sua voltinha.


Os pedestres também fazem parte dos utilizadores das pistas, ruas e passeios. É uma alegria.



Na rua Sherbrooke em plena baixa, mesmo quando está frio. Basta só a deslocação do ar para o frio se sentir na cara.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ciclistas, pranchistas e patinadores.

As bandas para ciclistas são hoje em maior número do que as pistas, pois permitem a limpeza de inverno da neve pelas máquinas que limpam as ruas, sem necessitarem de uma atenção especial. Os automobilistas podem apenas atravessá-las para estacionarem e vice-versa mas são responsáveis em caso de acidente. Este novo estilo espalhado por toda a cidade, veio aumentar imenso a prática dos diferentes tipos de manutenção física durante todo o ano. Aonde não há pistas ou bandas, o ciclista podem utilizar a rua desde que cumpram com o código da estrada. Os que gostam de fazer deslocações entre povoações mais ou menos distantes, é-lhes dedicado o espaço alcatroado entre a via para automóveis e a valeta.

Nas bandas vê-se no alcatrão o desenho bem específico da sua finalidade e da direcção a ser utilizada pelos ciclistas.



Nas pistas e bandas que os ciclista utilizam assim como nas ruas sem estes meios, nos cruzamentos de muito tráfego, os semáforos acendem em primeiro o sinal de seguir em frente. Assim, evita que os automobilistas virem para os lados antes que os ciclistas passem em segurança.


Em caso de cruzamente muito perigoso dos quais conheço só três ou quatro, há sinais expressos para os ciclistas como nesta pista. Pode-se ver nas placas colocadas acima dos cemáforos, que as pistas também são oficialmente para patinadores. Se aparecerem pranchista, peões a correrem, todos se acomodam sem problemas.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ciclistas, pranchistas, patinadores e...

Em Montreal a prática do ciclismo vem de longe e muito utilizada a todos os níveis sociais. A bicicleta não é só utilizada pela classe operária ou menos desfavorecida pois há quem faça do ciclismo o meio de manutenção física diária, o que é muito incentivado pelos diferente governos, assim como a patinagem.

Jack Layton, que já nos anos cinquenta do século passado se passeava pelos passeios de Montreal a caminho da universidade McGill em bicicleta, hoje presidente do Novo Partido Democrático, vai quase todos os dias em bicicleta para a Assembleia Nacional do Canada. Há também vários ministros, professores universitários e estrelas da televisão como Pierre Bruneau que atravessa muitas vezes logo de manhã a ponte Jaques Cartier em bicicleta para chegar ao trabalho, astronautas, diferentes quadros de empresas, desportistas, a plebe, etc., que utilizam este meio de manutenção e transporte. Ainda na passada sexta-feira Santa, quando perguntaram ao ministro das finanças, Raymond Bachand, o que iria fazer no fim de semana, respondeu que ia dar umas voltas de bicicleta. Aconteceu que ao fazer um benevolado, estive várias vezes com uma senhora de oitenta e três anos, viúva de um médico. Nas nossas conversas vim a saber que ainda jovens, tinham estado algumas vezes em Portugal e que ficaram a conhecer algumas regiões em bicicleta. De uma das vezes desembarcaram em Lisboa, foram até ao Algarve e continuaram pela Espanha, o que me vem confirmar que o uso da bicicleta por estes lados já vem de longa data.

Além disso a bicicleta oferece uma liberdade de movimentos muito grande, uma grande facilidade de estacionamento que é muito apreciada e a que a cãmara e senhorios, muito têm contribuído. Hoje os governos deste país fazem um esforço para que os patinadores venham para a rua pois, os pranchistas e peões a fazerem manutenção a passo ou em corrida, já se apropriaram dela e dos meios postos à disposição.

Há dias ia na rua St. Denis que tem muito tráfego, quando ia para fotografar a rua, ouvi um barulho de rodas a passar. Era um pranchista que até ficou na fotografia.



Já na rua Berri fotografei uma subida que se pode ver ao fundo e que convida a transpirar. Patinadores e ciclistas convivem.



O pessoal vai ao mercado comprar os seus legumes, frutas, etc. O espaço não é grande mas os carros e os ciclistas andam lado a lado alegremente.



Bonita pista que atravessa a baixa da cidade de este a oeste. Os postes esguios de iluminação do lado direito da pista, têm no cimo um ciclista em ferro. As pistas são separadas fisicamente do restante tráfego, o que já não acontece com as bandas para ciclistas e sobre o que escreverei nos tomos seguintes. De notar os saquinhos nas bicicletas.



Se alguma pista está ocupada com obras como neste caso, há que criar uma alternativa provisória.



A publicar brevemente: Tomo II