quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Visita guiada

Sem palavras.

Exterior de garagem.





terça-feira, 15 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tempestade de neve

Montreal é uma cidade mais ou menos plana mas com certas subidas pois envolve a montanha do Mont Royal que tem 233mts de altura e se expande por várias zonas da cidade. É uma montanha muito utilizada pelos habitantes desta cidade e arredores para a prática de lazer e muitos tipos de desporto, consoante a época do ano.
Durante o inverno é aí que se encontram muitas pessoas e famílias a praticarem patins de gêlo no lago dos Castores, assim como marcha, corrida de manutenção, ciclismo e muito especialmente, esqui.
Tendo já mostrado em artigos anteriores os mais diversos desportos de inverno na montanha, como vulgarmente é chamada, aproveito para dar a conhecer com um vídeo do You Tube uma outra zona de esqui aí existente, assim como um dos seus belíssimos miradouros.

domingo, 13 de março de 2011

Tempestade de neve

A neve traz muitos momentos de alegria e lazer, entre os quais muitos são praticados e vividos em família, ou mesmo em sociedade. Neste caso podemos ver pai a levar o filho à escola, a esquiarem nos passeios em pleno nevão antes que passem as máquinas. Não é só o facto de se fazer esqui no centro de Montreal, o que mostra uma tolerância social muito grande mas também a forma como as pessoas vivem todos os momentos que se lhes apresentam. Desde muito novos dão um valor enorme aos mais pequenas acontecimentos e momentos desta vida.



sábado, 12 de março de 2011

Tempestade de neve

Continuando a expôr a vivência de uma tempestade de neve em Montreal, hoje publico um video do You Tube respeitante à limpeza das ruas nesta cidade.
Como já mostrei noutros artigos, as lâminas vão fazendo um monte de neve dos passeios e das ruas a longo do trajecto


para que depois a sugadoura passe a aspirar toda essa neve, lançando-a para um camião que a acompanha a poucos centímetros. Todo o avanço é comandado por uma pessoa que vai mais à frente da sugadoura qualquer que seja a temperatura exterior para retirar todo o tipo de objecto, assim como para verificar se há um buraco feito nesse monte de neve por uma criança a brincar e que se tenha metido lá dentro. Isto já aconteceu. Como a sugadoura vai deixando certos restos de neve, passam a seguir outras lâminas como na foto acima que repetem o mesmo trabalho, seguida de uma segunda sugadoura que acaba por deixar a rua limpa. É um trabalho de milhões de dólares a cada tempestade, calculado-se a um milhão cada centímetro caído de neve em Montreal, pelo menos.

No caso que vamos ver, devido à pouca neve existente na rua, tudo me faz crer que se trata da segunda sugadoura. De notar o número de camiões sempre prontos a tomarem o lugar do da frente logo que cheio. Parar é perder dinheiro pois uma sugadoura a trabalhar não é barata.


A cãmara de Montreal tem duas formas de se desfazer desta neve que não pode ser lançado ao rio pois está cheia de sal que deitam nas ruas para a derreter. Uma delas é a de a lançarem nuns poços com alguns metros de profundidade e ligados a uns túneis. A neve vai-se derretendo com a temperatura da terra e segue até à oficina de depuração de águas.
A outra é de armazenarem a neve ao ar livre em grandes montanhas chamadas depósitos, feitas com a neve descarregada pelos camiões e lançada cada vez mais alta por uma sugadoura de alta potência. A mais moderna e mais potente das sugadouras está neste momento no depósito de Agrignon, envia a neve a 25/30 metros de altura, lança a quantidade de 150 camiões/hora e gasta um total de 290lts de combustível/hora. Fica ao preço de CAN$100.000.00 por dia de trabalho.

Aproveito para mostrar muito rápidamente outros problemas causados pela limpeza da neve que criam custos adicionais enormes.


É certo que a manutenção das ruas foi descurada durante muito tempo. Ante-ontem e ontem tivemos os primeiros dias seguidos de temperaturas positivas e com chuva, pelo que é já bem visível o resultado da passagem das máquinas nas ruas das zonas residenciais que até são as que têm menos tráfego, como abaixo apresento. É certo que este ano e nos próximos estão a tentar refazer as ruas mas só o custo da manutenção das mesmas, pois os buracos têm de ser tapados, é elevadíssimo.


Não haja dúvidas que a chuva é boa em locais agrícolas e no tempo próprio mas nas cidades só serve para nos molharmos e ficarmos todos sujos. Nas montanhas vai derreter rápidamente a neve que desce até aos rios e riachos, originando cheias e as respectivas evacuações. Sem dúvida, viva o verão ou então venha o frio mesmo que traga a neve.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Tempestade de neve

Sua vivência

Na continuação de mostrar através de vídeos escolhidos do You Tube como se vive em Montreal e em todo o Quebec durante ou após uma tempestade de neve, hoje publico um vídeo sofre a tempestade de neve em Sherbrooke em 2007. Tem este vídeo a finalidade de mostrar o motivo porque chamo desporto nacional fazer-se a pá à volta do carro para limpar a neve .
Neste caso é visível um parque de estacionamente com a entrada sem neve pois foi tirada por uma máquina. A pessoa paga para deixar o seu carro e depois quando chega tem que acabar por fazer a neve como se o tivesse deixado na rua durante a noite ou dias. Eu mesmo tive uma garagem alugada durante dois anos mas fiquei convencido que só a minha falta de experiência me levou a tal decisão. Nos dias normais, era uma situação cómoda mas com o tempo fui vendo que na prática era muito diferente. Quando chegavam os dias de neve, as companhias que o fazem a limpeza, têm muitas passagens em diferentes locais para limparem. Acontece que ao andarem de um lado para outro com um tráfego difícil, um grande número de vezes chegam atrazadas. Ora, acontecia que muitas vezes era eu a ter que tirar o carro para a rua conforme podia, fazendo a neve com a pá. Além disso, aonde chegava estacionava o carro e quando voltava depois das horas de trabalho, lá tinha que voltar a limpar a neve de forma a poder partir. Se não se estiver a trabalhar, os diferentes sítios aonde se chega mesmo que seja por pouco tempo, mesmo que não se tenha que fazer a neve ao lado do carro, tem que se limpá-lo por cima e vidros como vimos no video de ontem. Por isso a maioria das pessoas deixam o carro na rua.



Há tempos apareceu um tipo de cobertura amovível que se põe só de inverno e que se tem feito notar mais nos últimos anos, prática mas que por enquanto serve só para as garagens que dão directamente para a rua, como se pode ver abaixo. Tem que se fazer a neve nos 50cms livres que a lei obriga a deixar até ao passeio mas não haja dúvidas que é muito mais prático.


São práticas no que respeita ao carro mas quando vem uma tempestade ,tem de se tirar a neve que fica por cima do telhado antes que este se abata sobre o carro, o que por vezes derivado ao gêlo e peso da mesma tem os seus riscos.

Toda esta actividade com a neve parace muito desagradável para quem não está habituado mas para aqueles que ao fim de anos a praticam no dia a dia durante o inverno, a sua falta seria sentida de forma significativa. É bonito chegar-se às janelas ou à rua e ver-se a neve enquanto um fresquinho saudável nos acaricia a cara.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Tempestade de neve

Sua vivência.

Este conjunto de artigos-vídeos escolhidos sobre o tema da grande tempestade de neve, têm a finalidade de levar ao conhecimento dos leitores deste blogue a vivência de factos passados nos invernos desta província canadiana do Quebec, pelo que publico hoje o vídeo do You Tube da primeira tempestade de neve de 2009 em Montreal.

Trata-se de um excelente vídeo que sendo curto e não fastidioso, mostra os diferentes acontecimentos do dia a dia durante e após uma tempestade. Pode-se ver a marcha na neva acabada de cair, a rua aonde já passou uma lâmina mecânica que a afastou para o lado, o cair da mesma junto à lampada do poste de iluminação nocturna, os enfeites de Natal não faltando o presépio, o tráfeto nas ruas, a máquina a fazer a limpeza dos passeios, os peões nas suas deslocações, o automobilista a limpar a neve no carro, a passagem das lâminas mecânicas no tráfego. No fim uma pessoa a pé em pleno meio da rua que acontece muitas vezes, além da beleza da projecção da luz nas ruas e passeios cheios de neve, mostra-nos bem como atravessamos alegremente esta época que leva as pessoas a respeitarem-se, o que não pode ser visto numa simples visita. Montreal é muito mais do que tudo o que se vê e que num género ou noutro também há noutros lados. No fundo, Montreal é a sua vivência.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Tempestade de neve

A heroicidade dos polícias.

Fez ontem três anos que estivemos debaixo da maior tempestada de neve de todos os tempos no Quebec.

Os problemas foram imensos pois quando as deslocações são difíceis, são todos os sistemas de segurança que estão em causa assim como a própria ecónomia que pára e um país não pode dar-se ao luxo de deixar estaganar a sua economia. Nestes dias passaram-se imensas peripécias e umas das mais relevantes foi a passada com os polícias nas auto-estradas.
A borrasca provocada pela queda de neve intensa batida por ventos de dezenas de kilómetros de velocidade, fazia com que a mesma se amontoasse rápidamente junto a qualquer obstáculo. Assim, carros e camiões a poucos metros uns dos outros estavam sem se poderem deslocar e as pessoas sem se comunicarem. Sabendo que havia pessoas isoladas na neve nas auto-estradas, os polícias foram em seu auxílio e rápidamente se aperceberam que estavam a ficar em situação idêntica, pelo que depressa ficaram também isolados. Feitas sair as primeiras motos-neves em seu socorro, rápidamente foram voltadas pelo vento pelo que recolheram sem poderem cumprir a missão prevista. Os polícias isolados nas auto-estradas abandonaram os seus carros, foram a pé de carro em carro com todas as dificuldades criadas pela altura da neve e ventos fortes, lembrando as medidade de segurança a tomar* aos diferentes automobilistas imobilizados na neve. Autênticos perigrinos da neve, ainda hoje são lembrados com respeito.

No vídeo abaixo pode-se ver quando a auto-estrada já tinha uma via aberta permitindo a saída dos carros e camiões isolados, assim como o início do tráfego rodoviário.



*Pela forma como expôem nos meios de comunicação, as intruções deviam ser muito perto do jamais deixar o tubo de escape ficar encoberto pela neve pois o seu gaz é fatal e no mínimo uma porta sempre pronta a abrir-se. Uma pessoa sempre acordada e jamais uma gota de alcool pois quem o bebe tem a sensação de estar quente e não nota que o corpo está a congelar. Sempre que possível beber um pouco de água.

terça-feira, 8 de março de 2011

Tempestade de neve

Faz hoje três anos que estivemos debaixo da maior tempestada de neve de todos os tempos no Quebec.

Como a neve não cai sempre da mesma maneira nem da mesma forma, vou hoje e nos próximos dias recordar alguns dos apectos e dos resultados da queda da neve nesse dia de 8 de Março de 2008, assim como um ou outro de outra data desde que sirvam para esclarecer situações.

Aqui fica um vídeo do You Tube que nos mostra a forma como a neve foi batida pelo vento muito frio nesse dia e muito habitual neste clima, a que os franceses chamam o efeito blizzard. Este vento não só tira a visibilidade como transporta constantemente a neve de um lado para outro, chegando a criar montanhas altas.

De notar que mesmo no meio da tempestade ainda se vê passar um ciclista.




Por coincidência, ontem foi um dia de tempestade de neve e houve sítios aonde nevou entre 70 e 100cms no Quebec. À parte os contratempos que tal situação causou, viu-se de tudo em plenas cidades: pessoas a andarem com raquetes, descerem ruas ingremes com pranchas de neve, outros a fazerem esqui de fundo e até motos-neve se passearam em alguns locais. Como todos estes meios de locumoção são proibidos em plena cidades à excepção das raquetes, a polícia que até é muito cerebral vai suportando todos estes excessos de alegria desde que veja que não criam um problema de segurança.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Passagem de nível sem guarda

Antevisão do metro Coimbra à Lousã.



A sorte foi que ele vinha de frente...

domingo, 6 de março de 2011

Engenhocas

As pessoas por estes lados são louquinhas com os animais caseiros e bicicletas. Muitos chegam ao ponto de construirem a sua bicicleta mostrando bem que são canadianos pelo uso da bandeira. Se bem que esta tenha erros técnicos e ergonómicos, não deixa de ser excelente para a maior parte dos percursos, mesmo os grandes, pois apresenta uma melhoria de conforto e velocidade sem grande esforço. De certeza que o constructor se deve sentir orgulhoso de se passear na sua obra.



De certeza que aonde passar vai ser muito felicitado.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Uma ida à casa de banho

Na nossa casa, quando se vai à casa de banho temos hábito de não trancar a porta por dentro pois pode acontecer um precalço e numa emergência alguém da família pode entrar.
Acontece porém que muitas vezes vou metido nos meus pensamentos e quando ponho a mão na maçaneta da porta, alguém que já estava a ouvir os meus passos fala do lado de dentro para evitar que eu abra a porta.
Hoje vim da cozinha, fui direito à casa de banho, pûs a mão na maçaneta, abri ligeiramente a porta, vi luz, pedi desculpa e retrocedi caminho nos meus pensamentos. Quando já estava para me sentar em frente do computador, pensei: não pode ser. Voltei, bati à porta, ninguém respondeu, abri-a devagarinho, a luz continuava acesa:
- tinha-me esquecido da luz acesa. Isto é que vai uma vida...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Um emigrante aonde chega, procura sempre conhecer o que existe relativamente ao seu país natal. Falando com uns e com outros, vai-se assenhoreando do que há mas é na alimentação que quase todos tentam andar bem informados.
Assim quando cá cheguei, se queria um bom frango assado para comer em casa, seria melhor ir ao Coco Rico na rua St. Laurent, se bem que por ser um frango seco muito poucas vezes lá fui. Com o tempo apareceu os "Romados" na rua Rachel, que esse sim: era mesmo há portuguesa e até me fazia lembrar os da Geria do meu tempo mas tinha o condão de ficar longe de aonde vivo. Conversa puxa conversa e acabei por saber que a rede de "Grillades portugaises" apresentava grelhados muito bem confecionados e com a facilidade de se poder encomendar por telefone. Tratei de me informar melhor e vim a saber que há um restaurante desta rede próximo da minha casa, pelo que tomei a decisão de lhes telefonar para levantar ao balcão, pois queria conhecer o restaurante.

Os automóveis que se vêm na fotografia, estão todos sujos da poeira do sal, que foi deitado nas ruas e estradas para desfazer a neve e o gêlo.
Chegado lá, vi o reclamo e encontrei um restaurante pequeno ao nível do rés-do-chão, muito simples e com poucas mesas, próprio dos que vivem essencialmente da comida que enviam para fora.


Entrei e fui direito ao balcão, a minha encomenda estava pronta à hora prevista, quentinha, e despedi-me do pessoal iraniano que me tratou com uma amabilidade extraordinária. À saída, o proprietário veio ter comigo e conversamos uns minutos, tendo-se falado da sua larga experiência em restaurantes portugueses aonde não só fazia muitos grelhados como no caso do frango, também foi criando molhos com sabor típico que os portuguêses muito adoram.
Chegado a casa, posto o frango na mesa com todos os acompanhamentos, começamos a comer com um prazer extraordinário. Sem dúvida, bem posso agradecer àquele iraniano que andou vários anos a aperfeiçoar os nossos grelhados em restaurantes portugueses, o jantar que nos deliciou. Era um frango à cafreal "mesmo à portuguesa".

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ser-se livre na cidade.

Passeio em família.

E assim se vai para o serviço.




Ida para a universidade de acordo com o código da estrada.


O regresso da lavandaria.


Pista canal Lachine. Liga a ponta Oeste da cidade ao Velho Porto, pertíssimo da baixa.

AAC

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fazer exercício

Por estes lados as pessoas estão conscientes de que a saúde é para se manter e que uma das grandes causas das doenças, é o sedimentarismo à parte a alimentação. Hoje, todos sabemos que fazendo deporto há muito menos risco de inflamações a todo o nível do corpo assim como o bem que faz num grande número de doenças específicas como a tenção arterial alta, colesterol, triglicerídios, na luta contra o cancro, etc, como os médicos não se cansam de alertar. Por isso os governos tentam por todos os meios inculcar nas pessoas a prática desportiva das mais diversas maneiras como a marcha, corrida, patinagem, ciclismo, dança, etc. No campo da terceira idade, o que querem é que uma pessoa se mexa fazendo manutenção física mas em último caso, nem que seja atrás de um cão ou outro tipo de animal. Tudo o que seja mexer, tem muito interesse e é muito apreciado.

Uma corridinha na pista de ciclismo, até deixa uma pessoa mais ligeira.


Este atleta utiliza uma banda para ciclismo que segue ao lado dos carros. O piso da rua talvez o não ajude muito.


Correndo, entre a sesta dos automóveis e o tráfego.


Aproveitando a sombra das árvores do parque, para voltar ao passeio.


Já não é novo.


Praticando na pista térrea. Ao lado direito fica o passeio para marcha e à esquerda a pista para ciclismos, patinadores e pranchistas. Também aparecem trotinetas ou pessoas em cadeira de rodas.




Um casal de septuagenários a praticarem corrida num parque de bairro.


Um casal de meia idade no meio da cidade, em pleno esforço.


Para terminar uma de patins.


Saíu da universidade, calçou os patins levando as sapatilhas na mão como se pode ver, seguíu as faixas de trânsito cumprindo com o código da estrada mesmo nos semáforos e vai à sua vida.

Qualquer dia até se vai ter que ter carta para andar de patins.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Montreal

Vistas do canal de Lachine

Contrastes


Montreal

Vistas do canal de Lachine
Contrastes



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Montreal

Vistas do canal de Lachine

Contrastes