quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Natal

A dinâmica comercial é muito grande. Ainda o Halloween não tinha acabado que já havia lojas e centros comerciais plenos de produtos e decorações para o Natal.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Uma voltinha de Outono

Há dias fomos até à Montanha para ver as côres das árvores
Foto: Lucinda Silva/Telemóvel

e resolvemos ir até ao Lago dos Castores, pelo que passámos em frente do Chalé que é muito visitado durante todo o ano.
Visto do outro lado do lago, é uma maravilha.
Assim como o lago em si.
Sem dúvidas que a água tinha que vir de algum lado.
Depois de uns momentos bem passados sem termos saído da cidade, voltámos a casa.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Arte pública no Velho Porto

A cãmara de Montreal procura evitar-nos o stress dando-nos a ver obras de arte aonde quer que vamos, sem termos que visitar museus. Está muito baseada na ideia de o museu saír para a rua, juntar-se ou fazer parte da vida das pessoas. Assim, ao visitar o Velho Porto deparei-me com diferentes tipos de arte da mais variada. Aqui ficam um estilo de esculturas em bronze aí existentes.
Uma âncora encontrada no próprio porto.

domingo, 6 de novembro de 2016

Cavalinhos

Um excelente mural dos artistas do colectivo A’Shop.

sábado, 5 de novembro de 2016

Presença autoctone

Foram uns momentos muito bem passados  neste Festival da Presença Autoctone.
Logo ao aporximar-me despertou-me a atenção a música que se ouvia ainda há distância cadenciada pelo bater dos sapatos no palco e respectivos sinos que acompanhavam a cadência.
Chegado em frente do palco assisti a uma dança executada só por homens
seguida de uma só para mulheres pelo que derivado ao seu significado, convidaram europeias a dançarem com elas.
As côres usadas pelos índios sobressaíam logo aos nossos olhos e os sinos que os homens tinham nas calças junto aos pés
assim como as mulheres nas saias, impulsionados pelos movimentos cadenciados do bater com os pés, originavam um acompanhamento que se não existisse fazia falta.
Uma vista geral da Praça dos Espectáculos que nos mostrava estarmos em presença de uma festividade autoctone.
Não faltando a referência aos veados, um dos animais muito estimados no Canada.
A venda de artesanato estava presente com a exposição ao lado da tenda.
Uma amostra de tendas típicas, especialmente a primeira e a última em cima ao fundo que funcionava como dormitório em certas tribos e também como armazém para guardar alimentos.
Na primeira pode-se ver a típica abertura em cima para a saída dos fumos. Como o inverno era rigoroso, tinham que acender o lume no interior para cozinharem e aquecerem-se, originando muito fumo. Assim inventaram a abertura superior da tenda de forma amovível que deixa passar mais ou menos fumo de acordo com a sua abertura. Foi uma peça nesse género que os primeiros navegadorres compiaram e utilizaram na Europa nos fogões de sala a lenha até aos nossos dias.
Vai uma salsichazinha...
Outra vista geral do local.
A alegria das crianças.
Olhando no sentido oposto.
Trabalhando a madeira para fins artesanais que apresentarei noutra postagem.
Nem a presença de mirones tira a concentração destes escultores em pedra. Neste caso esculpia o "urso que dança".
Com duas posições diferentes, o urso até nos dá a noção de movimento parecendo que está a dançar.
Outro artista esculpindo uma foca.
Artesanato em algodão.
Flautas trabalhadas à mão sobre um expositor muito original.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Mural

Como nem todos gostam de murais com fundo preto, principalmente as pessoas de idade mais avançada, é sempre um risco para um artista apostar neste tipo de fundo. Só que ao olhar-se este trabalho, vê-se logo que os artistas ganharam a aposta que fizeram ao apresentar o jogo de côres que se podem ver.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Cervejarias

A cerveja é um longo caso de longevidade pois consta-se que já existia oito mil anos antes de Cristo na Mesoptamia. Era muito utilizada no dia a dia pois até lhe chamavam o pão líquido mas ao contrário, era conhecida pelos romanos e em toda a Europa como a bebida dos bárbaros porque preferiam o vinho. A possibilidade de obter matérias primas como a cevada por um período mais longo que a apanha das uvas, levou os celtas a adoptarem como bebida principal chamando-lhe cevesia. Fazendo parte da alimentação diária, era um trabalho caseiro atribuído às mulheres.
No Quebec há um número elevado de pequenas fábricas de cervejas altamente especializadas em certos paladares, aromas e texturas, principalmente. Se algumas vendem só para companhias, um certo número delas possuem a sua prórpia cervejaria e assim em Montreal há várias espalhadas pela cidade como se pode ver nas fotos abaixo. Para satisfazer a clientela há cervejarias de acordo com os gostos de cada um, além daquelas que vendem um pouco de tudo.
As cervejarias irlandesas muito conhecidas pelo excelente prodruto que põe à disposição da sua clientela e no passado também pelo seu ar infestado de fumo de tabaco, pois tudo fazia parte da tradição. É nas cervejarias irlandesas que se pode beber cerveja verde representando as côres da nacionalidade mas só no próprio dia da festa nacional.
Em baixo pode-se ver a cervejaria Mckibin’s mais conhecida por "Irish pub", como as suas congéneres.
Já um pouco distante podemos ver a conhedida "Biermarkt"
que se impõe à vista pela sua conhecida obra de arte que hoje ainda não bebeu cerveja.
Nesta foto podemos ver a cervejaria "Les 3 brasseurs" que tem uma excelente esplanada no centro da cidade.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Halloween

O Halloween é uma época muito curta, muito comercial e muito festejada nestes lados para alegria da criançada e dos adultos.
As lojas estão cheias de artigos dos mais variados respeitantes à época: tanto podem ser artigos para jardins, como para mesas de sala de jantar ou salão, máscara para crescidos e miúdos se divertirem, perucas ou até mesmo vestidos em papel que um elevado número de pessoas utilizam com os mais variados disfarces nas festas das companhias que se realizam hoje.
De notar que todos os produtos vendidos nas épocas festivas saem baratos por causa da produção elevada. No caso das abóboras como mostrei ontem, as que são vendidas ao público se bem que baratas, são comercialmente as mais caras. As que não são vendidas e que são de longe a maior quantidade, são destinadas para as fábricas de produção alimentar das mais variadas e outros fins.
Algumas fotos que nos mostram casas decoradas de acordo com a época.
Uma fachada toda mimada.
Como hoje à noite as crianças disfarçadas das mais nebulosas figuras vão perdir os "bolinhos e bolinhós", há um hábito para que não tenham que andar a bater em todas as portas. Assim, uma casa com uma abóbora iluminada à porta ou à janela, é sinal que tem gluseimas para oferecer às crianças. No caso da foto abaixo, como a abóbora não está iluminada, mesmo de dia já tem a luz da sala de estar acesa.

domingo, 30 de outubro de 2016

Halloween

Devido ao dia de Halloween estar à porta, fui dar uma volta até ao mercado Atwater que hoje está instalado no edifício do mesmo nome, dormindo nele uma parte da história desta cidade e do Canada. Como o que interessava era mostrar a que pontos há aqui engodo por esta data, fui até lá para fotografar o exterior a fim de que se possa ter uma ideia.
Logo ao começo vi um contentor pintado com garatujas para distrair os olhos e a mente de quem passa.
A seguir pude ver o edifício assim como as primeiras estantes de abóboras.
De facto quando vendem abóboras, vendem também as suas congéneres.
Alguns expositores até já tinham abóboras com um acabamento mais requintado para a ocasião.
Flores também não faltavam em diversos expositores.
Terminada esta rápida visita exterior a este mercado, voltei-me para me ir embora e lá dei de caras com a concorrência descarada. Lado a lado as torres de uma igreja católica e outra protestante. Bem... a livre concorrência não é só dos nossos dias.
Enfim... abóboras para todos os gostos.